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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A rua intimida, mas também encoraja

O sonho de alguns é se tornarem médicos, advogados, jogadores de futebol, ou artistas de televisão. Flavio Rigoli, 25 anos de idade, sempre quis ser policial. Alcançou seu objetivo quando deixou a terra natal, Viamão, no Rio Grande do Sul e veio para Santa Catarina prestar concurso para polícia militar. Há três anos na capital, o soldado Rigoli presenciou perigos, mas também pode fazer o que lhe dá maior alegria: ajudar o próximo. Conversamos com o soldado Flávio, quando este acabara de resolver uma ocorrência na Praça XV, no centro de Florianópolis.

Poderia contar uma situação de risco enfrentada?

Houve um caso na ponte (Colombo Salles) que os suspeitos atiraram contra a guarnição. Eu estava de serviço naquela noite, mas, não naquela guarnição. Foi um momento de tensão. Os três suspeitos morreram.

Ser policial. O que essa profissão tem de positivo?

Eu fui escoteiro, sempre gostei de ajudar o próximo, e na polícia podemos ajudar. Já socorri pessoas na rua e as encaminhei ao Samu – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Também faço a escolta do governador do Estado, é uma função de muita responsabilidade.

Pretende seguir carreira na polícia?

Quero ser um oficial de carreira, e pra isso já estou estudando. Meu objetivo é fazer o curso de Direito e ajudar a instituição policial no que for preciso.

Um comentário:

O Internauta Solitário disse...

Intenções felizes a do entrevistado!Propósitos deveras admiráveis!Parabéns!
O mundo talvez possa ser bom,só depende de nós.

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